A Fatura Assustou? Como Barrar a Cobrança Abusiva de Coparticipação do seu Plano de Saúde
- 1 de abr.
- 2 min de leitura

O Susto no Final do Mês
Você paga as mensalidades do seu plano de saúde rigorosamente em dia por anos. Então, chega o momento em que você ou alguém da sua família realmente precisa usar: exames, terapias ou um tratamento contínuo. A surpresa cruel vem no mês seguinte, com uma cobrança de "coparticipação" que, muitas vezes, é maior que a própria mensalidade.
Essa é uma realidade desesperadora que atinge milhares de famílias, mas que esconde um grande abuso por parte das operadoras de saúde.
Coparticipação NÃO pode ser um castigo. A modalidade de coparticipação existe na lei apenas para dividir uma pequena parte do custo e evitar o uso indiscriminado do plano. No entanto, ela nunca pode ser usada como um obstáculo para impedir ou dificultar o seu acesso à saúde.
Os tribunais já têm um entendimento muito claro sobre isso: quando os valores cobrados são excessivos, desproporcionais e pegam o consumidor de surpresa, inviabilizando a continuidade do tratamento ou comprometendo o sustento da família, essa cobrança é ilegal e abusiva.
O que o seu plano de saúde não quer que você saiba: Nem toda cobrança é legal só porque "está no contrato". Cláusulas abusivas que colocam o consumidor em desvantagem exagerada são anuladas diariamente pela Justiça. É perfeitamente possível:
Limitar o valor máximo das cobranças de coparticipação por mês.
Exigir a devolução de valores pagos indevidamente.
Garantir a continuidade do seu tratamento sem que você vá à falência.
Não comprometa o seu orçamento e a sua saúde por medo. A equipe do Kichise & Medeiros Advogados Associados é especialista em combater as práticas abusivas dos planos de saúde aqui na Bahia. Nós analisamos o seu contrato e as suas faturas para blindar o seu direito ao tratamento digno.
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